Fim do horário de verão e novo impacto nos aparelhos tecnológicos?

Para quem curte, são os últimos dias de aproveitar o horário de verão. Quando bater a meia-noite do dia 16 de fevereiro é hora de atrasar o relógio em uma hora.

É dia de ganhar uma hora a mais para fazer o que você mais gosta. Pode ser um descanso merecido, episódio extra da série da Netflix, um tempo a mais com quem você gosta, leitura de umas boas páginas do livro favorito ou até mesmo uma hora a mais na balada!

Mas tem um lado que não é tão legal assim. Como falamos no início do horário de verão [link para o post] muita gente percebeu atualização de horário em outros dias fora do programado em celulares, computadores, tablets e até em relógios de rua. Naquele caso, o problema foi as súbitas trocas das datas para início do horário de verão.

Como a data do término está definida a muito tempo, a tendência é que as atualizações automáticas aconteçam normalmente. Porém, o Google recomenda fazer a troca do horário manualmente, caso tenha algum compromisso importante no domingo.

No Brasil, 94,2% dos celulares operam com o Android. Outros 5,4% são do sistema operacional iOS, segundo a empresa de análise de dados Kantar.


Curiosidade: quem escolhe o horário do seu celular? E como isso acontece?

Todo smartphone, seja Android ou iOS, oferece configurações para o ajuste de data e hora do sistema operacional. Você pode definir o horário manualmente ou pode deixar as escolhas de data e hora e a de fuso horário automáticas.

Se você opta pela data e hora automática, a informação vem da sua operadora. Se você escolhe pelo fuso horário automático, a informação vem de uma aplicação inserida no sistema operacional pela fabricante do celular, como Samsung, Motorola, LG ou Apple, por exemplo.

No caso do iOS, essa aplicação é de responsabilidade da Apple. No caso do Android, as “sementes” deste software são plantadas juntamente com o código-fonte básico do sistema operacional fornecido pelo Google, mas compete à fabricante desenhar a função que vai aparecer na versão final do celular.

Ou seja, a responsabilidade pela hora que aparece no seu celular é, em parte, da operadora, e em parte da fabricante do aparelho.

Fonte: Olhar Digital

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