A tecnologia que transforma as áreas rurais

Família de Alex D’Agustin e sua família da comunidade São Brás no interior de Marau

Há quase 52 anos, homens e mulheres se uniram em prol de um sonho: iluminar a vida das famílias do campo e desenvolver a nossa região através do pioneiro projeto de eletrificação rural.

Hoje, uma nova tecnologia chega ao interior. Algo totalmente novo, porém, mais uma vez tem a ver com a “luz”. É a tecnologia da fibra ótica, que transmite alta quantidade de dados por meio de sinais transformados em feixes luminosos, com auxílio de conversores integrados aos transmissores.  A internet está chegando até as residências e empresas com a velocidade da luz, inclusive no interior. Isto é possível com o apoio de diversas entidades que se unem à Coprel Telecom para transformar a vida das pessoas com a tecnologia de fibra ótica da Triway. A falta de uma infraestrutura adequada de acesso à internet nas pequenas comunidades e zonas rurais dos municípios tem sido responsável por uma parcela importante do número de famílias, especialmente os jovens, que deixam o interior buscando melhores condições de vida nas cidades. A Coprel percebe essa demanda há vários anos, principalmente através das reuniões de líderes da cooperativa, que destacam a dificuldade para o jovem continuar na propriedade da família em locais onde não há acesso à internet. Para Juçara Hilgert, dona de casa, que reside em Santa Clara do Ingaí, no interior de Quinze de Novembro, a comunicação era uma das grandes dificuldades de residir no interior. “Antes eu saia buscar um sinal, porque sinal de telefone era só procurando. Eu já tinha WhatsApp, mas demorava bastante pra responder. Agora, com internet, fica mais fácil”.

Para Juçara Hilgert, dona de casa, que reside em Santa Clara do Ingaí, no interior de Quinze de Novembro, a comunicação era uma das grandes dificuldades de residir no interior.

Antes eu saia buscar um sinal, porque sinal de telefone era só procurando. Eu já tinha WhatsApp, mas demorava bastante pra responder. Agora, com internet, fica mais fácil”.

Desde o começo de 2018, a localidade de Alfredo Brenner, na área rural de Ibirubá, conta com a tecnologia da internet e telefonia via fibra ótica. Elias Maisner, juntamente com o pai Ireno e o irmão Anderson possuem uma revenda de tratores usados na localidade.

Se nós não tivéssemos internet não teria nem como tocar a firma, pois precisamos para o site, de nota fiscal, dentre outros serviços. Com a fibra ótica, mudou muito, melhorou bastante”.

Os jovens participam do planejamento, buscam conhecimento e acessam as novas tecnologias. Além disso, a comunicação e lazer também estão presentes. Como é o caso de Alex D’agustin, da comunidade de São Brás, na zona rural de Marau. Um exemplo de como a internet pode gerar ainda mais renda e ampliar os negócios da família. 

A gente sabe que a última tecnologia é a fibra ótica. Então a gente parte para isso buscando a inovação, buscando melhorar. Nós sabemos que a internet hoje não é uma necessidade, é primordial todos nós termos.  Quem está conectado ao mundo está sempre buscando melhorar. Hoje já temos um aplicativo para o gado leiteiro que usamos muito e é via internet. A gente está sempre buscando informações, notícias voltadas a essas atividades. Então a internet é primordial”,


destaca o jovem cooperante Alex D’agustin.

Grandes projetos são viáveis através de importantes parcerias com a prefeitura e outras entidades, além dos próprios cooperantes que viabilizam financeiramente a infraestrutura. Os projetos de Internet via fibra ótica no interior de Ibirubá, Quinze de Novembro e Marau contaram com o apoio das prefeituras para que fosse possível levar a melhor tecnologia para o interior.  Esta intercooperação foi premiada a nível nacional, no Anuário TeleSintese de comunicação. Um dos eventos mais importantes do setor de telecomunicações de todo o Brasil.

A tecnologia, que também leva telefonia para as áreas rurais, revolucionou os negócios da família Maisner.

“O telefone da Coprel é um telefone que a gente não tem mais preocupação. Melhorou muito em todos os aspectos. Para nós que temos uma firma no interior e não ter mudado para a cidade, foi muito gratificante, uma impulsão para nós continuarmos aqui no interior. A comunicação hoje, para nós, é praticamente 100% via internet. Hoje o pessoal procura o maquinário no nosso site. A nossas vendas melhoraram muito depois que passamos a utilizar o site, mais de 100%”.

Elias Maisner, sócio proprietário da Mainer Tratores, na localidade de Alfredo Brenner, em Ibirubá

As janelas para o futuro se abrem com acesso aos recursos de informática, tecnologia e comunicação. Como é o caso da dona de Casa Juçara Hilgert, que pode ter acesso à educação de dentro sua casa.


Ficou muito bom, porque a gente consegue se comunicar, fazer pesquisas, ler, tudo através da internet. Eu gosto de pesquisar de tudo um pouco.  Espero com o tempo fazer uma faculdade à distância, ir me aperfeiçoando. Eu agradeço muito a Coprel e a prefeitura por terem acreditado nesse projeto.

Juçara Hilgert, dona de casa, de Santa Clara do Ingaí, no interior de Quinze de Novembro

A internet apresenta-se para essas famílias rurais como um investimento, que proporciona à propriedade as condições necessárias para acesso ao conhecimento e ao desenvolvimento tecnológico, visto que muitos softwares de gestão da propriedade ou de equipamentos dependem da internet.

Mas não é suficiente oferecer a tecnologia sem garantir a qualidade, por isso, para chegar ao interior é preciso de uma estrutura robusta que integre os municípios com disponibilidade de banda no interior, com velocidade compatível com as necessidades de acesso à sites, aplicativos e outras tecnologias.

Oferecer acesso à internet e telefonia de qualidade visando oferecer condições para que o jovem permaneça ou retorne à propriedade, com melhores condições de trabalho e de renda é o grande objetivo da oferta da tecnologia no interior. Velocidade e atendimento de verdade, são diferenciais da Triway/Coprel Telecom para que a internet proporcione o mesmo impulso ao desenvolvimento do campo, nos dias atuais, comparado à evolução proporcionada pela energia elétrica, há mais de 50 anos.

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